segunda-feira, 18 de maio de 2015

digo

Que não mato minhas esperanças, e elas sempre crescem rama por ai
Que nas últimas três semanas fiz cinco colares de lembranças
Que estou sorrindo quando não estou feliz e
Que posso estar feliz e ao mesmo tempo triste
Que é mais fácil começar o dia à noite
Que não fecho os olhos para não dar de cara com pesadelos
Que a exaustão me rói pelas beiradas
Que a cada dia as olheiras ficam mais escuras e fundas
Que perambulo por não saber para onde ir
Que vou para longe quando preciso de ajuda
Que não me conheço
Que sento no escuro e espero o
Que quer que seja acontecer

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